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25 de fevereiro de 2026
Crise financeira à vista? CEO do JPMorgan alerta: a IA será solução ou risco
6 minutos de leitura

Durante minhas leituras mais recentes sobre o mercado financeiro, vi algo que me fez repensar o cenário atual. Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, resolveu reacender um antigo alerta. Suas palavras não passaram despercebidas: ele fez comparações diretas entre o momento atual da economia global e os dias que antecederam a crise de 2008. Como alguém atento à saúde financeira dos trabalhadores, enxergo o valor desse aviso – principalmente porque tendências no sistema de crédito afetam diretamente a vida de todos que dependem de estabilidade e confiança para progredir, algo que Agnus Promotora de Crédito sempre busca facilitar.
"O perigo de repetir erros do passado está mais próximo do que muitos imaginam."
O que preocupa Jamie Dimon?
Em diversas entrevistas, inclusive para veículos internacionais, Dimon tem apontado que os bancos estão assumindo empréstimos cada vez mais arriscados. Em suas palavras, a sensação de segurança causada pelos altos preços dos ativos, impressiona, mas ao mesmo tempo, mascara riscos profundos. Ele lembra que entre 2005 e 2007 tudo parecia caminhar maravilhosamente: mercado aquecido, ganhos para todos os lados, alavancagem máxima e, no fim, uma confiança perigosa. Nos bastidores, começaram a aparecer atitudes que Dimon descreveu com sinceridade desconfortável:
“Vejo muita gente fazendo coisas idiotas.”
O executivo, no entanto, não citou nomes ou negócios específicos, mas deixou evidente que enxerga uma repetição daquele cenário “confortável demais”. O que mais me chamou atenção foi sua preocupação real aos volumes e preços dos ativos. Para ele, o perigo mora exatamente quando todos acham que não há como dar errado.
A armadilha dos altos preços e a falsa sensação de segurança
Em suas análises recentes, Dimon alerta sobre a euforia nos mercados globais, destacando que preços inflados podem ser sinais de perigo iminente. Tal comportamento foi visto antes da crise de 2008 e, segundo Dimon, retorna no cenário atual. Muitos investidores, cegos pelo entusiasmo, não percebem os riscos de longo prazo que se escondem nos detalhes das operações financeiras.
No Brasil, a preocupação não é apenas pessoal: um levantamento do Banco Central indicou que 39% das instituições financeiras agora olham mais para o cenário internacional do que para riscos internos. Esse número supera os 30% focados em questões fiscais, mostrando que o temor de instabilidade vem muito do exterior.

Eu, como profissional focado em crédito do trabalhador, vejo reflexos desse cenário: quando os mercados entram em euforia, clientes procuram empréstimos com mais frequência, muitas vezes sem analisar os riscos. E neste momento, oferecer crédito de forma segura, como fazemos na Agnus Promotora de Crédito, é ainda mais relevante.
Por que os ciclos de crédito importam tanto?
Dimon também destacou um ponto que considero muito atual: os ciclos de crédito sempre surpreendem, pois problemas ocultos aparecem quando ninguém espera. Ele citou exemplos do passado – jornais e empresas de telefonia uma vez foram consideradas "inabaláveis", mas acabaram sucumbindo a mudanças tecnológicas e pressões de mercado inesperadas. Hoje, o setor de software e tecnologia passa por essa tensão por conta da inteligência artificial, transformando modelos de negócios de formas que nem sempre são previsíveis.
Adoção rápida de novas tecnologias sem análise profunda dos riscos;
Alavancagem descontrolada em apostas tecnológicas;
Dificuldade das empresas tradicionais em acompanhar o novo ritmo;
Espaço para surpresas: o que parece estável pode mudar de uma hora para outra.
Falando nisso, me recordo de como a inteligência artificial gerou empolgação parecida com outras bolhas do passado. Todos querem surfar na onda digital, mas nem todos conseguem avaliar onde termina a inovação e começa o perigo para o crédito. Aqui, na Agnus Promotora de Crédito, costumo recomendar o equilíbrio: acompanhar as tendências sem deixar de analisar riscos individuais.
Casos reais: falências recentes e o sentimento de déjà-vu
Em outubro passado, Dimon chamou atenção para a fragilidade do mercado de crédito privado depois de ver grandes nomes como Tricolor e First Brands pedirem falência. O JPMorgan Chase acabou amargando um prejuízo enorme: US$ 170 milhões só em um empréstimo à Tricolor. Após esse baque, Dimon soltou uma daquelas frases que só quem estava de perto em 2008 consegue formular:
“Se um problema aparece, com certeza existem outros escondidos.”
Esse raciocínio serve de alerta para qualquer profissional que lida com crédito, inclusive eu. Muitas vezes, quando o mercado começa a mostrar sinais de desgaste, aquilo pode indicar problemas maiores vindo à tona.

Se o maior banco dos EUA pode tropeçar em falências não diagnosticadas, imagina o risco para pequenas empresas e para o próprio trabalhador, que confia em seu emprego e no acesso a crédito confiável. É nesse contexto que meu trabalho na Agnus tem feito ainda mais sentido: precisamos balancear agilidade, segurança e análise personalizada a cada solicitação de crédito.
A cautela passou a ser palavra de ordem
Quando indagado sobre posicionamento, Dimon deixa claro: prefere manter cautela, seguir as regras internas e evitar a exposição desnecessária. Ele não embarca na onda da multialavancagem nem aposta tudo em ativos duvidosos inspirados por modismos.
Essa filosofia, na minha opinião, é a mesma que busco colocar em prática no dia a dia de atendimento: oferecer crédito rápido e online, mas sempre em absoluta segurança, com uma avaliação dedicada da situação de cada trabalhador. O papel da Agnus vai muito além de aprovar ou negar crédito, temos compromisso em orientar cada cliente para não cair em armadilhas de otimismo excessivo.
Além disso, conforme mostrado em artigo recente na Bloomberg Línea, Jamie Dimon alerta que os mercados estão subestimando também riscos geopolíticos e de inflação, o que pode transformar uma desaceleração moderada em problemas maiores. Vale sempre ficar atento.
Inteligência artificial: inovação ou novo risco invisível?
Algo que sempre me desperta curiosidade é como novas tecnologias podem gerar impactos no mercado financeiro. Dimon não esconde seu receio sobre o ritmo com que a inteligência artificial vem sendo adotada. Para ele, a corrida em busca de soluções tecnológicas, sem uma avaliação minuciosa do potencial de bolha, é mais uma peça desse quebra-cabeças arriscado. O setor de software, fundamental para a economia moderna, pode ser muito mais vulnerável do que parece.
Pressão sobre empresas tradicionais que não acompanham a transformação digital;
Surgimento de startups hiper-avaliadas e dependentes de crédito farto;
Mudanças rápidas no perfil de empregos e renda, refletindo diretamente no mercado de crédito do trabalhador;
Possibilidade de um novo “colapso silencioso” estimulado por expectativas irreais.
Conclusão: O alerta permanece e o cuidado é necessário
Depois de analisar com atenção todas as declarações de Jamie Dimon e o que está acontecendo no mundo, saio convencido de que não é hora de euforia cega. O atual momento pede consciência, responsabilidade e informação verdadeira. Como profissional à frente da Agnus Promotora de Crédito, reafirmo que segurança e análise personalizada nunca foram tão relevantes para trabalhadores e famílias. Se você sente incerteza sobre crédito ou investimentos neste cenário ainda instável, procure sempre orientação confiável.
Acesse o site da Agnus Promotora de Crédito e veja como podemos ajudar você a conquistar o impulso financeiro que precisa, sem perder de vista a segurança e o respeito ao seu futuro.
Perguntas frequentes
O que Jamie Dimon alerta neste artigo?
Jamie Dimon alerta sobre o retorno de comportamentos de risco no mercado financeiro, semelhantes aos que antecederam a crise de 2008. Segundo ele, há preocupação com empréstimos arriscados, excesso de confiança causado por preços altos de ativos e surpresas negativas nos ciclos de crédito.
Quais são os riscos parecidos com 2008?
Os principais riscos atuais lembram o período pré-crise de 2008: alta alavancagem dos bancos, excesso de crédito fácil, entusiasmo com valorização de ativos e crença generalizada de que nada pode dar errado, mascarando problemas sérios que podem surgir de surpresa.
Como proteger meus investimentos em crises?
A melhor proteção é manter a diversificação, evitar apostas concentradas, analisar indicadores reais da economia e buscar sempre fontes confiáveis de informação. Também recomendo evitar seguir modismos e avaliar cuidadosamente cada investimento segundo seu perfil e seus objetivos.
A crise de 2008 pode se repetir?
Não é possível prever com exatidão, mas, de acordo com Jamie Dimon, há sinais parecidos no ar. Caso os riscos sejam ignorados, uma nova crise de grandes proporções pode acontecer. Por isso, torta-se fundamental manter cautela e atenção redobrada.
Vale a pena investir agora no mercado?
Investir pode ser válido desde que haja análise, controle dos riscos e escolha de produtos que estejam alinhados ao seu momento de vida. Recomendo não agir pela emoção ou pela pressão de tendências. Em tempos de instabilidade, buscar orientação de especialistas é sempre uma boa escolha.
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