30 de dezembro de 2025
Desemprego cai a 5,2%: veja 9 números do emprego em alta no Brasil
8 minutos de leitura

Recentemente, li um dado que me deixou animado: a taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, de acordo com o IBGE. Esse é o menor nível já registrado desde o início da série histórica em 2012. Eu preciso confessar que, diante dos desafios do mercado de trabalho dos últimos anos, fiquei surpreso de ver um avanço tão consistente e, principalmente, números que vão na contramão das previsões feitas por especialistas, que apostavam em estabilidade naquele período.
Esse avanço também se reflete em outros aspectos do emprego: expansão das vagas, renda em alta, diminuição da informalidade e crescimento do setor público. Vou trazer, nesta análise, nove números que mostram o momento positivo do emprego no Brasil e como tudo isso impacta diretamente o trabalhador.
Os principais números do emprego em alta
Fiz questão de organizar os dados para que fique fácil perceber como cada um deles representa uma mudança real para a vida de quem está na ativa ou em busca de uma colocação. E, acompanhando de perto milhares de trabalhadores pela Agnus Promotora de Crédito, eu vejo todos os dias como esses resultados fazem diferença também na organização financeira de quem depende do salário mensal.
A taxa de desemprego atingiu 5,2% em novembroEsse indicador, divulgado pelo IBGE, representa o menor patamar da história recente. Na minha opinião, é um marco depois de anos de taxas altas. Esse resultado surpreendeu porque o consenso no mercado era de que haveria estabilidade ou pequena redução no período. A notícia se espalhou rapidamente, com diversas análises mostrando o quanto isso é significativo para a economia do país. Para quem quer conferir mais a fundo, recomendo a leitura da notícia oficial do governo sobre o tema e também a reportagem no Investing.com, que detalha indicadores do emprego naquele trimestre.
Taxa móvel trimestral ajustada ficou em 5,5%No balanço dos três meses até novembro, a taxa móvel ficou em 5,5%. Mesmo ajustada para possíveis variações sazonais, o resultado reforça a trajetória positiva nos empregos formais. Isso indica que o cenário não foi apenas uma exceção pontual.
Ocupação total cresceu em novembro após 3 meses de quedaDe acordo com os dados, houve um aumento de 0,8% na quantidade total de empregos, chegando a 102,8 milhões de pessoas ocupadas, o que representa um crescimento de 1,1% em relação a novembro do ano anterior e avanço de 2,1% em 12 meses. Vi que muitos especialistas ficaram surpresos, principalmente porque houve três meses seguidos de queda moderada antes dessa retomada.
O setor público foi o grande destaque: 310 mil novos empregosBoa parte desse aumento de empregos partiu do setor público, com destaque para áreas como Administração Pública, Defesa, Previdência, Educação, Saúde e Serviços Sociais. Foram 310 mil novos postos só em novembro, segundo o levantamento do IBGE divulgado pelo governo federal (fonte). Me chamou atenção o papel de eventos como a COP 30, realizada em Belém, que podem ter contribuído para esse movimento, mas não são o único fator responsável pela alta.
Administração pública adicionou 492 mil ocupados no mêsDesses, 250 mil postos foram diretamente criados no setor público, elevando o total para um impressionante recorde de 13,1 milhões de empregados nesse grupo. Fiquei impressionado principalmente por notar que esses empregos tendem a ser menos sensíveis à economia, preservando a renda familiar em tempos de incerteza. Isso explica, mas não justifica totalmente, por que setores ligados à política de juros ainda não têm o mesmo ritmo de crescimento.
Emprego formal cresceu 2,9% em um ano e atinge 64 milhões de postosSegundo as informações, o número de empregos formais cresceu 2,9% em 12 meses e chegou a 64 milhões de postos de trabalho, além do aumento mensal de 0,9%. Esse movimento reforça uma confiança maior do trabalhador para planejar o futuro e buscar crédito com segurança, algo que muitos clientes da Agnus relatam ao buscar crédito consignado ou pessoal.
Queda consistente nas ocupações informaisAs vagas informais apresentaram queda de 1,8% em um ano e 0,2% em 12 meses, ainda que tenha havido uma leve alta de 0,4% no último mês analisado. Esse dado é relevante por mostrar a migração para empregos com mais garantias e estabilidade.
Renda média teve alta de 4,5% em um anoNo trimestre encerrado em novembro de 2025, o IBGE mostrou que o rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro chegou a R$ 3.574, com crescimento de 1,8% em relação ao trimestre anterior e 4,5% sobre o mesmo período do ano passado. Um avanço expressivo, mesmo diante de algum sinal de acomodação puxado pela inflação mais baixa nos últimos meses. A matéria detalhada do Investing.com analisa esse ponto.
Previsão de emprego em 2025: crescimento de 1,9% e desemprego abaixo de 6%Pelas estimativas, o total de empregados deve crescer 1,9% em 2025 frente a 2024. E a expectativa é que o desemprego fique abaixo de 6%, segundo projeções de grandes consultorias e bancos, como XP e C6 Bank. Para 2026, a estimativa é de taxa de desemprego em torno de 6,0%. Eu vejo aí um cenário positivo, mas há o alerta de economistas sobre o impacto da piora do câmbio e possíveis influências nos cortes da taxa Selic. Se o contexto inflacionário permitir, ainda há expectativa de flexibilização monetária, segundo análises do Inter.
Desemprego em queda, renda em alta. O cenário para o trabalhador brasileiro nunca foi tão promissor desde 2012.
Como os dados impactam diretamente o trabalhador?
Ao observar esses números, especialmente quando converso com pessoas atendidas pela Agnus Promotora de Crédito, vejo uma mudança não apenas na quantidade de empregos, mas principalmente na qualidade deles. Mais empregos formais significam mais direitos, proteção social e segurança para buscar sonhos e realizar projetos.

Muitas vezes, ouço relatos de pessoas que, após conquistar um emprego formal, conseguem financiar uma casa, melhorar o padrão de vida ou até pensar em cursos de qualificação. Uma renda em crescimento, como essa observada em 2024 e 2025, abre portas para o consumo consciente e o investimento em bem-estar.
Na prática, para quem planeja o futuro financeiro, a possibilidade de contar com crédito direcionado ao trabalhador se torna uma aliada. Eu já acompanhei de perto muitos exemplos de clientes da Agnus que, ao ter estabilidade, conseguem buscar crédito consignado com taxas mais baixas ou crédito pessoal online, usando o dinheiro para quitar dívidas, investir em educação ou passar por momentos de transição.
Quais desafios se apresentam para o emprego em 2025?
Apesar de toda essa evolução, sigo atento aos desafios que não desaparecem. Certos segmentos do setor privado, mais ligados ao crédito caro e à alta de juros, ainda não conseguiram retomar o dinamismo dos anos pré-pandemia. O emprego no setor público cresce, mas não reflete totalmente a chamada "sensação de mercado aquecido" para todos os profissionais.
É por isso que, mesmo com cenário positivo, muitos especialistas alertam sobre o risco de eventos externos, como variação cambial e incertezas políticas, interferirem no ritmo da geração de vagas, principalmente nas áreas mais dependentes da economia doméstica.
Além disso, a redução da informalidade é ótima notícia, mas exige políticas consistentes para consolidar esse movimento. Afinal, um emprego formal não apenas protege o trabalhador, mas também viabiliza acesso ao crédito, previdência e outros benefícios.
Papel do crédito para quem trabalha: organização e realização de projetos
Em conversas com os clientes da Agnus Promotora de Crédito, testemunho frequentemente como o crédito ajuda na organização da vida financeira. Quando há estabilidade empregatícia, é possível planejar compras maiores ou investir num negócio próprio, por exemplo.

Eu vejo na prática como um bom uso do crédito, aliado ao aumento da renda, permite atingir metas e realizar sonhos. A Agnus, por sinal, trabalha 100% online, o que agiliza processos e entrega soluções personalizadas que combinam segurança e atendimento humanizado, facilitando exatamente esse tipo de planejamento.
Perspectivas: o que esperar do emprego brasileiro?
Olhando para a frente, os sinais são promissores. O avanço do emprego, especialmente no setor público e formal, além da renda crescente do trabalhador, apontam para um ciclo virtuoso, desde que mantidas as condições macroeconômicas. Fico otimista, mas acho importante cada pessoa continuar investindo em qualificação e organização financeira para aproveitar esse momento.
Se você quer aproveitar essa conjuntura e se organizar financeiramente, conheça melhor a Agnus Promotora de Crédito. Nosso trabalho é facilitar a vida do trabalhador com crédito seguro, rápido e humano.
Conclusão
Ao reunir todos esses números, vejo que o mercado de trabalho brasileiro mostra uma capacidade notável de superação. Após anos de desafios, há sinais consistentes de retomada, tanto em quantidade quanto em qualidade dos empregos. Com taxas de desemprego historicamente baixas, aumento da formalização e renda em elevação, o momento favorece o trabalhador.
E para potencializar seus planos, recomendo que você conheça as soluções online da Agnus Promotora de Crédito. Planeje seu futuro com mais segurança, aproveite as oportunidades e conte com quem entende as necessidades do trabalhador.
Perguntas frequentes
O que significa taxa de desemprego?
A taxa de desemprego mede o percentual de pessoas que estão em idade ativa, buscam trabalho, mas não encontram ocupação no período pesquisado. O cálculo considera apenas quem está efetivamente procurando emprego. É um dos principais indicadores para entender a saúde do mercado de trabalho.
Quais setores mais geram empregos hoje?
Os setores que mais geram empregos atualmente são o setor público (como administração, saúde e educação), comércio, serviços e, em algumas regiões, construção civil e agro. O setor público foi destaque recente, segundo os dados do IBGE, devido a contratações em áreas essenciais.
Como consultar vagas de emprego abertas?
Para consultar vagas abertas, recomendo acessar sites como SINE, LinkedIn, Indeed e plataformas de agências de emprego locais. Muitas empresas também divulgam vagas em redes sociais e nos próprios sites institucionais.
O salário médio aumentou em 2024?
Sim, segundo dados do IBGE, o salário médio real habitual do trabalhador atingiu R$ 3.574, representando alta de 4,5% em relação ao ano anterior. Essa expansão demonstra recuperação do poder de compra do trabalhador.
Quem pode receber seguro-desemprego?
O seguro-desemprego pode ser solicitado por trabalhadores com carteira assinada dispensados sem justa causa, pescadores no período do defeso, empregados domésticos e resgatados de condições análogas ao trabalho escravo, desde que cumpram requisitos como tempo mínimo de trabalho e não possuam renda própria suficiente.
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